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| Foto José Manuel Rodrigues Vista aérea do Centro histórico de Évora |
A questão colocada assim por Marta Traquino evidencia que não é uma preocupação reservada tão só à arte, mas antes, transversal na busca de compreender O Lugar e as Cidades.
Porque, como esta artista plástica e investigadora diz neste artigo, hoje " parece que “estamos todos no quintal de cada um” e, no entanto, desconhecemos muitas vezes (metaforicamente falando) a diversidade do que está plantado no nosso quintal."
Assumindo Évora como "espaço de lugares", (usando a expressão de Castells), parece crescer a necessidade de re-olhar a construção do lugar. Pela perspectiva da arte contemporânea e por muitas outras perspectivas que integram a cidade de hoje.

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